terça-feira, 28 de agosto de 2007

Poesia..

Como vocês já devem ter percebido, eu gosto muito de reticências. Acho que é porque sempre espero que as coisas (as boas) se perpetuem, sigam seu curso. É como nos filmes do Chaplin, quando o Vagabundo vai caminhando, rumo ao horizonte, numa história sem fim...

Mas não é disso que se trata o post. Estou aqui pra fazer algo que há muito tenho adiado. Sem mais delongas, vou publicar meus poemas; mais para compartilhar com vocês algumas idéias do que esperando que vocês gostem (mas espero que vocês gostem tambem!). Então, caro leitor, lá vem...

Noite

Aprendi a amar a noite
Despencando do abismo de meus pensamentos

Quando a hora é longa
E lá fora a escuridão é preenchida pelo som dos grilos
Ou quando é saudoso o bater do trem nos trilhos
É que te venero
E me deito
No frio colo de teu corpo imenso

Essa chuva a bater no meu telhado
Vem de anos tristes, que já nem me lembro...

2 comentários:

Nardão disse...

Uhhaaa! (Bocejos) Ué já acabou? (coçando os olhos de sono) Betão porque você está pegando essa arma, não aponta isso pra cá não isso é perigoso!!! Brincadeira!!! (escondido atrás de um bloco de rocha) |:-) o Betão ou Jorginho(esse apelido é deplorável meu irmão) sempre teve uma aspiração para poeta...

Olhando para esse poema eu me lembro daquele poema que me fez perder qualquer mínimo amor a qualquer poema, não sei se o betão se lembra, mas era "Navio Negreiro" de Castro Alves, meus amigos sabem que eu costumo ler até bula de remédio, mas aquele poema foi terrível!!!!

Depois de três dias de leitura eu ainda estava na 5ª linha, mas toda vez que eu tentava avançar eu notava que estava retornando a primeira e aquela droga de poema tinha mais de 120 linhas, até agora eu amaldiçôo o professor que me fez ler aquela droga para apresentar um trabalho... É horrível...

Peço desculpas ao Betão se ele pensou que eu ia dizer que: "esse poema iluminou as luzes dos meus caminhos nas tristes e pesarosas lidas diárias da labuta que se chama vida."

Mas se eu fizesse isso não seria tão amado e algumas vezes tão odiado como sempre fui...

Jorginho disse...

Esse é um comentário típico do Nardão....rsrrsrs